Ser Projeto Juventude para Jesus, é ser guardião da primazia da Vocação Shalom.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Qual o maior sinônimo do Amor?


Gratuidade!

Fazer as coisas de graça, dar de graça até que a gente aprenda a doar de graça quem a gente é, torna-se grande sinal de que estamos mais próximos do amor de verdade.
Monitore seu coração! Quando houver cobranças, quando não for de graça será sinal de estamos tomando distancia do amor.
Quem ama nunca quer nada em troca! 

- Sereis felizes se compreenderes que é próprio do amor abaixar-se, doar-se por inteiro até o fim!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Acamp's, todo feito pra você!



Já pensou o que vai fazer nas suas férias? Não?! Então tenho um convite especial para você, venha para o Acamp's, realizado pelo Projeto Juventude para Jesus da Comunidade Shalom.
Com banho de piscina+tirolesa+brincadeiras+hospedagem+alimentação: diversão total õ/
É um evento feito todinho para você!!!Melhor vida? Não há!
Local: Fazenda Guarani/Pacajus-Ce
Info: 99081043/99188759
Centro Católico de Evangelização Shalom

domingo, 26 de junho de 2011

Ser maduro é ser Santo.


 Entrevista da Canção Nova, com  Emmir Nogueira, Co-fundadora da Comunidade Shalom

"Ser maduro é ser um homem na estatura de Cristo".
 Você já deve ter escutado, muitas vezes, a seguinte pergunta a respeito de uma pessoa que tem atitudes egoístas e impulsivas: "Será que fulano nunca vai crescer?"
São Lucas escreve em seu Evangelho: "E Jesus ia crescendo em sabedoria, tamanho e graça diante de Deus e dos homens" (Lc 2,52). A exemplo de Cristo, precisamos trilhar um caminho de crescimento nas diversas áreas de nossa vida.
O anseio da alma humana por este crescimento expressa-se nesta contínua busca interior pela maturidade afetiva. Para falar sobre este assunto, conversamos com a cofundadora da Comunidade Católica Shalom, Maria Emmir Nogueira.
 cancaonova.com: O que é a maturidade afetiva?
Emmir Nogueira: A maturidade é uma coisa inteira, para ela ser autêntica, a pessoa precisa amadurecer por inteiro. Quando a gente fala em maturidade afetiva, maturidade espiritual, maturidade humana, maturidade relacional, maturidade cultural, social, entre outras, é por uma questão didática, porque, na verdade, a pessoa amadurece em todas as suas áreas. Alguém é maduro quando essas áreas começam a funcionar e a interagir de forma a levar para o bem de Deus e para o bem do outro.

Testemunho: é próprio do amor abaixar-se!


De fato, finalmente, compreendo agora as sábias palavras do nosso fundador, Moysés Azevedo, quando afirma que “o novo que Deus quer realizar em nós é um novo baseado na pobreza”. Acho que posso começar assim este pequeno testemunho da experiência que tivemos – Dilma, Ediône, João e Ana Rita – ao realizar as nossas visitas de evangelização na missão de Chaves.
Depois de caminharmos mais de duas horas a pé, atravessando igarapé com água na cintura, sem termos a menor experiência, finalmente chegamos à casa de D. Iolanda, conhecida por todos como D. Mulata. Surpreendeu-nos o acolhimento, a alegria e a atenção com que esta senhora, analfabeta, de 84 anos, recebeu-nos.
Quando fomos nos aproximando, ela gritou da janela: “Que alegria! Shalom na minha casa! Pensava que iria morrer e não veria mais vocês”. Ficamos espantados com a maneira como ela nos conhecia, pois era a primeira vez que íamos a sua casa.
Depois, outra surpresa: Ela pegou a melhor água que tinha na sua casa para lavar os nossos pés e fez questão, ela mesma, de lavar os pés de cada um. Foi uma experiência muito forte, sentíamo-nos como os apóstolos que, constrangidos, tiveram os pés lavados pelo Mestre. Estávamos simplesmente vivendo João 13.
Logo em seguida, ela começou a mostrar-nos a sua casa, um enorme vão sem divisórias. Iniciou pela parte mais importante: o oratório, onde, além do crucifixo e de outras imagens, estava pendurado também o rádio, pelo qual ela acompanhava a Santa Missa.

O pecado nos prejudica?

Com o nobre intuito de nos libertar dos complexos de culpa, das fixações mórbidas, e das doentias tendências para escrúpulos intermináveis, a humanidade joga duro contra a existência do pecado. O espírito de permissividade exige liberação de todos os tabus. Não há mais limites para as mentes livres. Praticar atos ilícitos seria uma busca de saúde mental. Garantiria uma consciência leve. Seria a libertação das inibições destruidoras. O que nos liberta, no entanto, é a verdade e não a enganação. "A verdade vos libertará" (Jo 8, 32) já avisava Jesus. Uma personalidade madura sabe distinguir entre um desarranjo psicológico, e uma culpa verdadeira, que devemos reconhecer. O pecado é um mal, que nos fere no nosso "eu". O Criador generoso, conhecendo a nossa constituição, para evitar o caminho dos desvios, já nos deu as instruções sobre o que devemos fazer positivamente, e o que devemos evitar. Se praticarmos o mal a nossa alma fica ferida.

Não quero ter senão somente a Deus!

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